Mergulhei enfim ... no nada, em mim: um X numa equação indeterminada e assim definida. Que se foda! Cansei-me! Cheguei ao ponto de ebulição e foi na água que explodi, à luz da lua cheia parei de respirar, deixei de ser ar que não respiro para ser a minha própria corrente sanguínea... Não sei se me encontrei, não procuro nada, apenas vivo. Apaguei a palavra insuficiente da prosa do meu ser,tenho-me a mim e isso basta... para quê? Não sei, nem quero saber. Para quem? Para mim! Não conheço verdadeiramente mais ninguém.Agora rio-me...
[Mergulhei mesmo às 4/5 da madrugada à luz da lua cheia no lago da avenida dos Aliados depois de tudo o que pensei ser desmoronar à minha frente entre choros e gritos)
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
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E eu perdi-me.
ResponderEliminarE tu podias postar aqui trabalhos teus também. Gostei do Fausto.
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